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Rede de alta velocidade abre espaço para novas empresas de tecnologia

By 12 de setembro de 2014 No Comments

Foi inaugurada ontem a Rede Metropolitana de Petrópolis (RMP), que vai proporcionar velocidade de alta qualidade para instituições de pesquisa da cidade. A solenidade de inauguração aconteceu no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC). Para o município, a instalação da RMP, aliada à vinda da Universidade Federal Fluminense (UFF), do supercomputador e da NET em 2015, representa um marco na área tecnológica e de desenvolvimento.
 
O investimento aplicado foi de R$ 350 mil e a rede conta com 20 quilômetros de rede óptica, com capacidade de 1 gigabit por segundo, que vai permitir a criação de redes de alta velocidade para colaboração entre instituições de pesquisa em cidades do interior do país.
 
O evento de inauguração contou com a presença do diretor-substituto do LNCC, Alexandre Grojsgold, e autoridades como o prefeito de Petrópolis, Rubens Bomtempo, e o secretário municipal de Ciência e Tecnologia, Airton Coelho, e Nelson Simões, diretor da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).
 
Airton Coelho afirmou que este é ummarco para a cidade. “A RMP faz parte de um contexto maior que vem sendo trabalhado dentro do conceito do Parque Tecnológico”, afirmou.
 
Ele ressaltou, ainda, a vinda da UFF também prevista para janeiro de 2015. “Não adianta atrair empresas se não formar mão de obra qualificada. Com a instalação da UFF vamos integrar a formação pública desde o tecnólogo até o doutorado”, destacou.
 
O secretário mencionou ainda as políticas públicas de incentivo fiscal para as empresas do ramo de tecnologia. “Com isso, geramos mais postos de trabalho e consolidamos a cidade como Parque Tecnológico”.
 
Para Alexandre, ter uma estrutura como esta é muito importante para a cidade e o custo é relativamente baixo.
 
“Ela está associada ao desenvolvimento da região. O LNCC é a cabeça da rede”, disse. Ele mencionou ainda a chegada do supercomputador, prevista para 2015, que servirá de polo de atração de empresas, sobretudo, para as que trabalham com cálculo e modelagem.
 
O diretor-geral da RNP, Nelson Simões, disse que a RMP tem um prazo de validade de aproximadamente 25 anos e que é utilizada por meio de consórcio, ou seja, é feito o rateio dos custos de manutenção entre as empresas que fizerem uso dela.
 
“A Rede Metropolitana pode ser ampliada para atender aplicações mais exigentes a um preço consideravelmente baixo”, disse, reforçando que Petrópolis é uma cidade com vocação tecnológica e a RMP, junto com o supercomputador, vai fortalecer o valor local e global. “Essa infraestrutura passar a ser um patrimônio da cidade. É um novo poder para a geração do conhecimento”, disse.
 
O prefeito Rubens Bomtempo salientou a importância da RMP para área de pesquisa. “Precisamos cada vez mais unificar as políticas públicas para que o pa í s se j a benef i c i ado, diminuindo as diferenças regionais”, disse

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