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Fase treina funcionários em acesso à tecnologia

By 26 de novembro de 2015 No Comments

O objetivo desse tipo de capacitação é garantir o acesso à educação, promovendo a integração de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no Ensino Superior.

“Acessibilidade em Tecnologia da Informação”, esse foi o tema do último treinamento do ano oferecido aos funcionários da Faculdade Arthur Sá Earp Neto (FMP/Fase), ontem. O objetivo desse tipo de capacitação é garantir o acesso à educação, promovendo a integração de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida no Ensino Superior. Na orientação foram abordadas, especialmente, as ferramentas tecnológicas que podem ser usadas na inserção do deficiente no ambiente universitário, como: lupa ou lente; softwares que leem os textos, permitindo o estudo para deficientes visuais, alunos com dislexia ou TDA (Transtorno de Déficit de Atenção), através do recurso do áudio; e programas que permitem que a pessoa mexa em um computador usando o rosto, sendo cada piscada ou movimento da boca, um clique. A FMP/Fase dispõe dessas ferramentas em seus laboratórios de Informática. “Estamos aprimorando os nossos serviços para atender aos alunos com deficiência. Os treinamentos são fundamentais para que a comunidade acadêmica esteja preparada para atender, da melhor forma possível, a todos os desafios”, explica a psicopedagoga da FMP/Fase, Ana Helena Goldenstein. A FMP/Fase instaurou o Programa Institucional de Promoção da Acessibilidade (PIPA), conforme orientações do Ministério da Educação, que é composto por funcionários técnico-administrativos e membros do Núcleo Pedagógico, para garantir que as ações de inclusão sejam mantidas na faculdade. “Um dos objetivos do treinamento é conscientizar os funcionários sobre a importância da inclusão da pessoa com deficiência no ensino”, salienta Ana Carolina Chaves, advogada da instituição e membro do PIPA. Ao longo do ano, os funcionários puderam participar de três treinamentos com foco no atendimento especializado aos alunos com necessidades especiais e na linguagem de sinais. Além disso, a instituição investe na eliminação de barreiras arquitetônicas – as portas e corredores são largos, com cerca de 90 cm –, criou o Programa de Assessoria Psicopedagógica, disponibiliza recursos para auxiliar na realização do vestibular pelo candidato com deficiência e adequou seus critérios de avaliação do desempenho do estudante, incluindo estratégias que consideram as especificidades de cada aluno.

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