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Cidade Imperial… e tecnológica

By 6 de abril de 2018 No Comments

Cidade imperial… e tecnológica
Veículo: O Globo – Página: 3-4,6 – Autor: Não Assinado
Data: 16/03/2018

Cidade imperial. e tecnológica Segmento cresce e movimenta a economia do município, atraindo empresas de todo o mundo Quem pensa que a economia de Petrópolis resume-se exclusivamente ao turismo está enganado. O setor de tecnologia é um dos que vêm crescendo cada vez mais, e atualmente é responsável por muitos empregos na cidade. De acordo com a prefeitura, 480 empresas do segmento estão fixadas na cidade, o que representa um faturamento de R$ 355 milhões anuais (0 turismo, que ainda é o carro-chefe, soma R$ 660 milhões no PIB anual).

Segundo o prefeito, Bernardo Rossi, o governo vem trabalhando constantemente com a iniciativa privada para incentivar a instalação de novas empresas do ramo. – O setor de tecnologia da informação e comunicação está em constante crescimento no município, ou seja, é uma vocação de Petrópolis. Nosso objetivo agora é ser incluído no mapa das cidades inteligentes afirma o prefeito. Ele ressalta que a emissão do alvará on-line é um exemplo de ação que vem facilitando negócios do segmento na região. – Hoje, o empresário, não só desse setor, encontra no Espaço Empreendedor da prefeitura serviços centralizados de várias secretarias. Ao solicitar um alvará on-line, ele consegue ter a resposta, na maioria dos casos, em até 72 horas. Também estamos elaborando, junto com os empresários do setor, a Lei Municipal de Inovação, que prevê a simplificação dos processos de legalização de infraestrutu-ras de empresas e instituições atuantes em inovação frisa.

Continua até a página 6 Emprego. Parque Tecnológico da Região Serrana conta com cerca de 500 funcionários Destaque. Cidade abriga o computador mais potente da América Latina DIVIILGAÇÃO ,INCC -:. rri Negócios e muitas pesquisas Quem percorre os corredores do Parque Tecnológico da Região Serrana (Serratec), no Quitandinha, pode ter a impressão de estar no Vale do Si-lido, o polo de empresas de tecnologia dos Estados Unidos.

Assim como lá, por aqui o dia é repleto de engenheiros, programadores e profissionais dos mais variados segmentos andando para lá e para cá com laptops e uma mesma ideia na cabeça: inovação. – O parque tecnológico é focado em negócios e pesquisas cientificas. Aqui, desenvolvemos novos serviços e produtos nas mais variadas áreas. A tecnologia, na verdade, hoje abrange os mais diferentes segmentos, desde saúde à agricultura, por exemplo afirma Alexandre Macedo, vice-presidente do Conselho Gestor do SerraTec e fundador da empresa Info4, voltada para, monitoramento, gestão e análise de informações.

Atualmente, o parque abriga cerca de 20 empresas, com uma média de 500 funcionários Incluindo desde pequenas start ups até a multinacional francesa Orange. – Estamos em Petrópolis desde 2008 e expandindo as atividades desde então. A cidade foi escolhida porque oferece importantes vantagens estratégicas, econômicas e operacionais. Outro beneficio fundamental é a existência do parque tecnológico afirma Carlos Terra, diretor do Major Service Center Brasil da Orange. EDUARDO UZAt Jra mimed -V35 Expansão. Alexandre Macedo, da empresa Info4, é vice-presidente do conselho gestor do Se rraTec Estrutura para o setor nacional Desde os anos 1980, Petrópolis conta com o Laboratório Nacional de Computação Cientifica (LNCC), no Quitandinha, unidade de pesquisa e desenvolvimento tecnológico e provedora de infi-aestrutura para a comunidade científica e tecnológica de todo o país.

Em 2015, o local ganhou tun reforço de peso: o Santos Dumont, o maior supercomputador da América Latina, capaz de fazer LI trilhão de operações de soma e subtração por segundo. O equipamento francês custou R$ 60 milhões e foi custeado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Cientifico. A máquina é utilizada por pesquisadores de áreas como energia, engenharia, química, meteorologia, banco e mineração de dados, ciências biológicas e nanotecnologia. A possibilidade de uso por parte de empresas ajuda na manutenção do equipamento e é mais um atrativo para o crescimento do polo tecnológico da cidade. Além do Quitandinha, que abriga o LNCC e o SerraTec,1Pe-trópolLs conta com empresas de tecnologia espalhadas por todo o seu território. Uma delas é a alemã Zeiss voltada para o setor da óptica e optoeletrôni-ca -, em Duarte da Silveira, que funciona desde 1971. – Ao estruturar uma planta dessa magnitude no Brasil, o grupo buscou impulsionar o desenvolvimento regional diz o presidente para a América Latina da empresa, David Ferran. DtVULGOAN INCe C Referência. O Laboratório Nacional de Computação Científica foi Inaugurado nos anos 1980 1 .

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