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Centro de serviços compartilhados pode gerar transparência, agilidade e economia para a prefeitura

By 26 de agosto de 2019 No Comments
[vc_row type=”in_container” full_screen_row_position=”middle” scene_position=”center” text_color=”dark” text_align=”left” overlay_strength=”0.3″ shape_divider_position=”bottom”][vc_column column_padding=”no-extra-padding” column_padding_position=”all” background_color_opacity=”1″ background_hover_color_opacity=”1″ column_shadow=”none” column_border_radius=”none” width=”1/1″ tablet_text_alignment=”default” phone_text_alignment=”default” column_border_width=”none” column_border_style=”solid”]
[vc_column_text][/vc_column_text][vc_column_text]O Serratec apresentou recentemente a representantes das prefeituras de Petrópolis, Teresópolis e Nova Friburgo um Centro de Serviços Compartilhados, plano que visa promover a transformação digital completa no serviço público. Além disso, visa também reduzir os valores de projetos de softwares que o poder público contrata e mitigar o risco e perda de informações importantes sobre todos os serviços prestados aos cidadãos e a gestão administrativa.[/vc_column_text][vc_column_text]Atualmente, uma prefeitura realiza uma licitação para a aquisição de softwares, o que no meio é chamado de binário. No entanto, quando é necessário trocar esse binário por um outro fornecedor, acontece um custo extra para migrá-lo por um modelo de dados novo. Ou seja, além de um desgaste para a realização da troca, existe um custo extra para instalação de um novo software. Para que haja uma troca, os custos sobem. E, de quebra, depende da empresa contratada para apresentar o aprendizado do novo modelo.[/vc_column_text][vc_column_text]Quando se contrata um software de terceiros, portanto, os riscos embutidos estão, entre várias coisas, perda de dados anteriores, que causa estragos nas informações que são cruciais para a máquina pública. Pensando na solução desses problemas, o Serratec lançou, neste ano, um programa de capacitação de novos profissionais para atuar tanto no setor privado quanto o público na gestão de novos programas que visam beneficiar a transformação digital no município.[/vc_column_text][vc_column_text]O Curso de Residência, atualmente em andamento, treina mais de 50 jovens para encontrar soluções para as mais diversas questões ligadas à informática. A apresentação às prefeituras tem muitos aspectos positivos, de acordo com o presidente da entidade sem fins lucrativos, Marcelo Carius, que defende o modelo proposto de Centro Compartilhado como bom exemplo de diminuição de custos e melhora na eficiência dos serviços.[/vc_column_text][vc_column_text]“O Serratec está propondo um modelo de prestação de serviços compartilhado para os municípios e seus sistemas principais, om mão-de-obra capacitada, que crie soluções para os municípios”, explicou Carius.[/vc_column_text][vc_column_text]No arcabouço do projeto, o Serratec afirma que o plano de transformação digital reduzirá, em anos, o trabalho das Prefeituras em buscar uma solução definitiva para a realização de sua gestão interna de informática. Segundo Marcelo Carius, não eliminaria, por exemplo, a contratação de determinados softwares – que também ganham o nome de acessórios complementares – para determinados trabalhos, mas o núcleo de informações relevantes (protocolo, cadastro do munícipe, IPTU, nota fiscal eletrônica e questões tidas como simples) não precisam necessariamente serem licitadas, como ocorrem hoje.[/vc_column_text][vc_column_text]Por outro lado, esse modelo de gestão proposta pelo Serratec poderia ser um efeito colateral para as empresas acostumadas a participar das licitações nas Prefeituras. Sendo assim, seria um problema para quem está acostumado a negociar com o Poder Público. Há quem veja isso não como uma crise, mas uma questão de mercado.[/vc_column_text][vc_column_text]“Entendo que esse é um modelo muito bom para um momento de crise. O que ocorre é que tudo está mudando, assim como as empresas precisam mudar. Elas não podem depender só de governo e sim criar soluções para o dia-a-dia, vão se adaptar”, dissertou Marcelo, que acredita em uma redução em até um décimo de contratação de softwares em licitação, o que vai melhorar performance, qualidade, gestão e gerar riqueza geral e até novos negócios a partir disso.[/vc_column_text]
[vc_column_text][/vc_column_text][vc_column_text]O diretor e um dos fundadores da Info 4, Alexandre Macedo, defendeu o modelo apresentado pelo Serratec aos políticos dos municípios que compreendem a Região Serrana. Para ele, a cooperação com as Prefeituras traz ganhos importantes porque reduz os gastos com a informática e, ao mesmo tempo, apresenta soluções que vão baratear os custos do dinheiro público com o processo de compartilhamento de dados e informações. “É uma contribuição do Serratec para aquilo que chamamos de Cidade Inteligente. Todo esse trabalho pode melhorar em muitos aspectos a vida de uma Prefeitura, sendo que além da valorização das pessoas para trabalhar nessa área, o Poder Público pode garantir uma melhor arrecadação de impostos, nas licitações para merenda escolar, área da segurança e além dos ganhos na área da inovação e criar suas próprias soluções para estes problemas internos”, declarou Macedo.[/vc_column_text][vc_column_text]Entidade prepara alunos para atuar na Transformação Digital[/vc_column_text][vc_column_text]Um estudo realizado pela consultoria E-Consulting aponta os maiores obstáculos dos CIOs (Chief Information Officer) para tornar real o uso da Transformação Digital nas empresas. Dentre as maiores dificuldades, a falta de mão de obra capacitada lidera a lista com 11%. Em segundo lugar, com 10%, está a dificuldade de comprovar resultados concretos para os acionistas, enquanto 9% acredita que o problema para o conceito ainda não ter vingando no Brasil é o baixo conhecimento que os profissionais detêm para trabalhar de forma inteligente com dados do usuário, do cliente e do consumidor.[/vc_column_text][vc_column_text]Mesmo diante destes obstáculos, 50% dos entrevistados informam que estão em curso para aderir algumas das tendências ligadas à Transformação Digital, tais como Big Data, Blockchain, Apps, autoatendimento, chatbots, RFID, nanotecnologia, realidade aumentada, dentre outras. O movimento de adoção destas tecnologias é de um futuro próximo, entre dois e cinco anos. O Serratec caminha justamente nesse sentido. Ainda neste ano, o Curso de Residência colocará no mercado dezenas de profissionais jovens capacitados para atender a mais diversas soluções na área da informática. Mais que isso, preparada para atender ao plano para as Prefeituras como também nas empresas aqui instaladas e nas que podem, um dia, fincar seus pés na Cidade Imperial.[/vc_column_text][vc_column_text]O especialista em Gestão de Recursos Humanos, George Paiva, ressaltou que este programa oferecido pelo Serratec tem como objetivo preparar profissionais para a área de programação e desenvolvimento, e a ideia é ter na Região Serrana esse tipo de mão-de-obra para que a região se posicione como Parque Tecnológico. “O resultado disso impacta no desenvolvimento da cidade, crescimento econômico, porque o objetivo é ser parceiro digital de outras cidades e estados. Que a Região Serrana possa ser a parceira do Brasil na transformação digital. São cursos de alta tecnologia que capacitarão jovens e criar profissionais alinhados na área da tecnologia da informação”, frisou George Paiva.[/vc_column_text][vc_column_text]Nenhuma das três prefeituras se manifestou sobre o assunto até o fechamento da matéria.[/vc_column_text][vc_column_text]Fonte: Tribuna de Petrópolis[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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